sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012!!!!!

Tinha pensado em escrever um texto todo lindo sobre 2011 mas sofro da mais alta incapacidade em lidar com as palavras e o rascunho que fiz continuará escondido.

Então apenas desejo um extraordinário 2012 para todos, com muito trabalho, muitas alegrias, muita saúde e com as pessoas amadas ao nosso redor.

E se a gente puder ter um bebedouro desses ao nosso lado tanto melhor :-)

bjs,

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Alma María

Dica rápida, conheci ontem o restaurante Alma María, uma delícia.
Restaurante espanhol, tapas deliciosas e sangria pra lá de boa, peçam a sangria de Cava, leve e refrescante.
E a produção linda da estante quilométrica é dos meus amigos do Estúdio Xingu.



Alma María
Rua Oscar Freire, 438
tel. 3064-0047


bjs,


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Vestida de Menina :-)

Semana passada estive no Rio de Janeiro por 24 horas, tempo suficiente para aproveitar a praia, o sol, o biscoito Globo, o sacolé e rever amigos queridos e depois de tudo isso ainda sobrou tempo para descobrir uma lojinha :P Coisa de profissional!
Fiquei encantada com os vestidos da Casual Street, aqui em São Paulo acho bem difícil encontrar vestidos bonitos, femininos e com preço digno. O atendimento também foi ótimo e super simpático, a Dorinha proprietária da loja de Ipanema é uma graça.



Loja Ipanema: Rua Maria Quitéria, 59A telefone 21.2227-6440


bjs,


p.s. Esse não é um post patrocinado. Estou elogiando a loja porque realmente fui bem atendida e adorei os produtos.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Cheiro Colorido

Nunca achei um aromatizador de ambientes que me agradasse, acho os frascos sempre feiosos e com cara de cosmético.
Mas estava hoje fazendo minhas comprinhas de Natal e achei essas peças lindas e coloridas que além de perfumar enfeitam a casa. Ótima dica de presente de Natal. São de porcelana e podemos colocar qualquer aroma dentro deles. Encontrei na Marlene Enxovais.
O designer italiano Luca Trazzi é o autor dessa linha e velho conhecido conhecido nosso, dêem uma olhada no site dele e tenho certeza que reconhecerão várias peças.



bjs,


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Cozinha de Chuva: Apple Pie.

Como é de praxe, é só chover que eu corro para a cozinha. E felicidade maior é que semana passada chegaram meus novos livros de receitas. Amo chegar na portaria do meu prédio e encontrar aquele saco enorme da Amazon. Hahahahaha!
Sempre tive vontade de fazer aquelas tortas lindas de maçã que aparecem nos filmes, então para estrear meu lindo livro "Sarabeth's Bakery - From My Hands to Yours" foi essa a receita escolhida. :-)
O que achei legal no livro é que várias receitas são separadas. Por exemplo, as receitas de massas estão separadas das receitas dos recheios e você pode escolher que combinação fazer ou seguir as indicações do livro.


Receita, entre parênteses estão as minhas pequenas alterações. :-)

Massa.
200 gr. de manteiga sem sal, temperatura ambiente.
1/3 de xícara de leite.
2 1/2 xícaras de farinha de trigo. Mais 1/3 de xícara para polvilhar e abrir a massa.
1 colher de sopa + 1 colher de chá de açúcar.
1/4 de colher de chá de sal.

Numa tijela junte a farinha, o sal e o açúcar, reserve.
Pique a manteiga em cubos e bata na batedeira com o batedor de massas pesadas até a consistência de um creme (2-4 min), acrescente o leite e bata até incorporar. Aos poucos e na potência mínima acrescente a mistura seca e bata até obter uma massa homogênea. Tire a massa da batedeira faça uma bola e embrulhe em plástico filme, leve à geladeira por 30 min.

Recheio.

6 maçãs sem casca e sementes cortadas em meia lua.
2 colheres de chá de suco de limão. (usei 3)
1/2 colher de chá de canela.
2 colheres de chá de maple syrup. (usei 4)
2/3 de xícara de açúcar. (usei a metade)
3 colheres de sopa de farinha de trigo.

Misture todos os ingredientes e reserve.

Montagem.

Divida a massa em duas partes iguais. Abra com um rolo de macarrão a primeira parte da massa e forre uma forma refratária de 20 cm de diâmetro. Coloque o recheio. Abra a outra parte da massa e cubra a torta, aperte as bordas para grudar a massa e impedir que o recheio vaze. Faça furos com um garfo para o vapor sair e pincele com uma gema de ovo. Leve ao forno médio por aproximadamente 1 hora. Deixe esfriar numa grade por 20 minutos e sirva.


bjs,


domingo, 13 de novembro de 2011

Divas de sempre.


De tempos em tempos saio procurando imagens de grandes atrizes, além de me divertir, acabo encontrando imagens magnificas que só comprovam o seguinte: Beleza e sofisticação são eternos, não importa a época em que viveram essas mulheres. Bem diferente das "divas"atuais, não?

Audrey Hepburn

Jane Birkin
Kim Novak
Romy Schneider
Catherine Deneuve
Grace Kelly
Marilyn Monroe
Natalie Wood
Elizabeth Taylor

Mais fotos divônicas vocês encontram aqui no Pinterest.


bjs,

Victor Brecheret e a escola de Paris.


Na próxima quinta-feira dia 17/11, no MuBE aqui em São Paulo, será lançado o livro "BRECHERET E A ESCOLA DE PARIS". Sou suspeita pra falar, pois desde meus tempos pré-faculdade que admiro muitíssimo as obras de Brecheret. O livro é o resultado de dois anos de pesquisa sobre o período de 1921 a 1934, quando Brecheret viveu e produziu em Paris e seu relacionamento com os grandes artistas modernistas brasileiros e europeus. Imperdível.


Aqui, um texto de Victor Brecheret Filho.

"Ao apresentar ao público, “BRECHERET E A ESCOLA DE PARIS”, em primeiro lugar desejo ressaltar que esse livro cobre uma lacuna, revelando o período de quase quinze anos, durante os quais meu pai, o escultor Victor Brecheret, esteve integrado na rica trama cultural dos années folles, em Paris. Lá chegou, jovem talentoso, vindo de São Paulo, polarizador dos anseios dos jovens futuristas nos momentos, que antecedem a semana de 22. Viveu mergulhado nos meandros de Montparnasse, então capital mundial das artes, desde julho de 1921, até 1934, com intervalos de vindas a São Paulo. Construiu uma carreira de sucesso, à partir de 1923, com prêmios e destaques dos mais importantes Salões, culminando com a aquisição de uma estátua sua pelo Governo Francês e a condecoração de Cavaleiro  da Legião de Honra da França. Nesse momento, ápice de seu percurso artístico, ele deixa o circuito internacional para realizar o sonho maior de sua vida, o Monumento das Bandeiras, enfrentando quase duas décadas de dificuldades para concretizá-lo. Meu pai fez-me seu companheiro desde quando posso me lembrar, levava-me consigo em todas as suas andanças. Íamos só nós dois, para perto do mar, caminhando pela praia, a contemplar as ondas e as pedras. Com ele tornei-me, também, um adorador do mar. Ficávamos horas olhando, sentindo, em contemplação, vendo o mar bater nas pedras que, depois, ele ia escolher na Praia das Vacas, recanto solitário e selvagem da bucólica São Vicente daquela época. Também, com ele aprendi a plantar e cuidar de árvores frutíferas, na chácara do bairro de São Francisco. No dia a dia, sempre o via incansável, a modelar o barro e desenhar, preparar os gessos e os espeques. Victor Brecheret não falava muito, tinha consciência de suas dificuldades em dominar uma língua: fosse sua língua materna, afetado, que foi, quando criança, pela morte trágica de sua mãe; fosse o português da terra, que adotou, com paixão, como sua. Quanto ao francês que aprendeu, era absorvido da comunicação oral imposta pela necessidade, mas mesmo assim tenho recordação de alguns flashes de suas vivências em Paris, que ele me contava, relatos esparsos, recortes de suas lembranças. Na realidade, meu pai era, antes de tudo, um ser intenso, introspectivo, que vibrava uníssono com o ritmo da natureza e de sua arte.
Esse passado, que era tão tênue na memória pessoal e histórica, vem à tona com a pesquisa séria e cuidadosa de Daisy Peccinini, de forma clara e irrefutável, porque está baseada em documentos múltiplos e fatos indicadores. De forma incansável, a historiadora percorreu fontes primárias várias, não só as cartas de meu pai, mas dos companheiros do modernismo paulista, endereçadas, principalmente, a um mesmo destinatário, Mario de Andrade. A Professora Daisy Peccinini conseguiu construir a história desses anos de Brecheret, as agruras e os sucessos, os reconhecimentos, as tendências, que assumiu sua arte, como participante e espectador da Escola de Paris. Participante da emergência do Art Déco e membro da comunidade cosmopolita, que formou a Escola de Paris, como definida pelo livro de André Warnod e onde consta seu nome .
BRECHERET E A ESCOLA DE PARIS desvela um capítulo importante da vida do escultor Victor Brecheret e restaura a ligação da arte brasileira com a revolução européia, para ser partilhado por todos. Está preenchida a lacuna."

Victor Brecheret Filho
Presidente do Instituto Victor Brecheret

Eu, lógico, estarei lá.

bjs,

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Reverberando

Conheci o Reverbera querida! num desses twitters da vida e além de ter um nome que eu "adouro" (me faz lembrar das aulas de acústica da faculdade rsrsrsrs) tem os melhores e mais elegantes textos sobre tudo dessa vida.
Eliza além de ter essa escrita deliciosa também faz ilustrações encantadoras que agora estão juntinhas no  La Coloriste.
E eu que estava a muito querendo ilustrações para colocar num cantinho aqui de casa comprei essa linda Menina do Chapéu Azul que já está devidamente emoldurada e enfeitando minha morada.



bjs,

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Your Song

Já tive o prazer de ouvir ao vivo Sir Elton John cantar Your Song e foi um dos meus momentos mais deliciosos. Mas como sou super atualizada #not, não conhecia essa singela e linda versão de Ellie Goulding.

Thanks, Tonho




bjs,

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Cozinha de Chuva : Arroz Doce

Daí que é aquela coisa, começa a chover no fim de semana e a vontade de cozinhar e comer coisinhas deliciosas aparece. A receita da vez é o nosso querido, amado, salve salve, arroz doce. Mas não pense que é qualquer um não, esse está bem metido a besta :P

Eu particularmente gosto de arroz doce quente e com pouca ou nenhuma canela, dessa vez resolvi substituir-la totalmente e experimentar a pasta de baunilha que finalmente consegui trazer da última viagem.
O resultado foi um aroma inebriante e um sabor delicioso que não estamos acostumados a sentir no nosso arroz doce.



Ingredientes
1 xícara de chá de arroz cru.
1 xícara de chá de creme de leite fresco.
1/2 xícara de chá de leite.
3 1/2 xícara de chá de água.
1 lata de leite condensado.
1/2 colher de sobremesa de pasta de baunilha ou 1 fava de baunilha cortada no comprimento e sementes raspadas.

Mode de fazer (complexo!)

Misture todos os ingredientes numa panela e leve a fogo alto. Mexa até levantar fervura, abaixe para fogo mínimo e mexa de quando em quando para o arroz não "empelotar" nem grudar na panela. Após 30 minutos experimente, eu prefiro o arroz um pouquinho al dente, mas se você gosta dele bem macio é só cozinhar mais alguns minutos. Caso necessite coloque mais um pouco de água.

Obs: se você usar a fava de baunilha, corte-a no comprimento, raspe as sementes com a ponta de uma faca e acrescente na panela junto com a casca, após o cozimento retire a casca.

Rendimento: 6 porções

bjs,

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Eu + New York + Gordices

Adoro viajar, adoro fotografar, adoro comer.
Tudo junto e misturado aí em baixo. ;-)

E pra quem tiver paciência de ver todas as fotos, lá em baixo estão todos os links dos restaurantes.


Linha 1: Jantar e Café da Manhã no Avião :-)
Linha 2 e 3: Almoço no The Standart Grill, a sobremesa de morango e ruibarbo é D.I.V.I.N.A.
Linha 4: Lanchinho da Tarde no Friedman's Lunch dentro do Chelsea Market.
Linha 5: Café da Manhã no Locanda Verde, ricotta pancakes with meyer lemon curd, outstanding!
Linha 6: Jantar no Freemans, a melhor truta que eu já comi.
Linha 7: Jantar no Magnifico Per Se, sem palavras para descrever.
Linha 8: Café da Manhã no Sarabeth's do TriBeCa.
Linho 9: Almoço no Eataly, caótico mas delicioso.
Linha 10: Jantar no The Harrison.
Linha 11 e 12: Novamente Café da Manhã no Sarabeth's do TriBeCa.
Linha 13 e 14: Almoço no Fofo, Meigo and Very Tiny The Little Owl.

bjs,

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

New York Through Instagram

Adoraria ter a capacidade de desenhar como o meu amigo aqui. But, não tenho. Isso posto, me agarro com fé na fotografia :-)
Quase não usei minha câmera fotográfica bacanuda na última viagem em compensação abusei do IPhone 4 e do Instagram (meu novo vício) que além de prático é divertido. De vez em quando parava ao lado de algum Starbucks ou Apple Store (a rede mais rápida ÉVA) para publicar as fotos.
E assim fui registrando minha andanças nova-iorquinas.


E para você caro leitor (a) que teve paciência de chegar até aqui, farei um post só com comidinhas nova-iorquinas ;-)

bjs,